Figura inclassificável, ele se empenha em criar uma obra que procura responder a várias questões fundamentais sobre a prática artística, sempre atuais: o significado e os meios de representação, a relação da obra de arte com o espaço, o papel da arte e do artista.
Além disso, Giacometti aborda questões filosóficas essenciais como a relação entre o sujeito e aquilo que o rodeia, a inscrição do indivíduo no tempo e o papel da memória.
Rejeitando fórmulas prontas, que atrapalham a nossa percepção, Giacometti procurou traduzir, da forma mais exata possível, o que via. Ao convidar o observador a compartilhar de sua visão, encoraja-nos a abrir os olhos.
Esta exposição foi concebida a partir das coleções da Fondation Alberto et Annette Giacometti, criada em 2003, em Paria, pela iniciativa da viúva do artista, a partir das coleções do casal. A mostra traça todas as etapas da trajetória do artista em um percurso tanto cronológico quanto temático
Véronique Wiesinger
Curadora
Visitei a exposição e fiquei encantada com a obra deste artista impar. A forma de expressar em sua obra aquilo que via e seus questionamentos acerca do mundo é uma verdadeira porta aberta a reflexão. Em sua escultura podemos perceber o movimento dos corpos e em sua pintura, a expressão das marcas do tempo no rosto retratado, dando vida ao desenho estático.
A exposição vai até o dia 17 de junho de 2012, na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Endereço: Praça da Luz, 2 - Luz
Visitei a exposição e fiquei encantada com a obra deste artista impar. A forma de expressar em sua obra aquilo que via e seus questionamentos acerca do mundo é uma verdadeira porta aberta a reflexão. Em sua escultura podemos perceber o movimento dos corpos e em sua pintura, a expressão das marcas do tempo no rosto retratado, dando vida ao desenho estático.
Além disso, o artista manteve contato com Sartre, filósofo existencialista que escreveu dois ensaios sobre a arte de Giacometti, que tratam da questão da percepção.


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